A Arte Viralata é uma galeria de arte virtual focada em trabalhos não-mainstream, seja street art, de temática alternativa ou arte que fogem dos padrões, abrangendo vários estilos sem se ligar à uma corrente específica. Seus formatos são em print ou telas.
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Tela Age of Aquarios - Artista: Beto Butter |
Criada por William Monteath e Renata Lehmann, a intenção é ajudar a impulsionar e divulgar a carreira
dos artistas selecionados e fazer eles chegarem ao público alvo. O nome
"Viralata" é, segundo William, uma arte que late, que provoca, já que a
arte de rua não é elitista, não é considerada nobre, não está
confinada nas galerias e museus. Seus artistas são politizados, com bagagem cultural e espírito livre, suas artes fazem parte do caos urbano.
Print Irmãs Siamesas - Artista: Raphael Hora |
Print Burlesca - Artista: Raphael Hora |
O legal das obras à venda na Arte Viralata é que elas tanto podem enfeitar sua casa, como podem ser presenteadas ou
decorar ambientes alternativos como lojas ou estúdios de tatuagem. E ao adquiri-las vocês estão ajudando artistas brasileiros a viver de sua arte (quem não sonha, né?)!
Print Frida - Artista: Lençol |
Tela Cisnes - Artista: Rica de Lucca |
Lampião Jesus - Artista: Stefano Lolli |
Esse post é pra anunciar que a Arte Viralata é nossa nova parceria! Pela primeira vez uma galeria de arte alternativa! Legal né? :D
Então, se escrevam na newsletter que aparece ao abrir o site ~> Arte Viralata <~ pra vocês concorrerem ao sorteio de um print original* do artista Raphael Hora! (dia 26/02)
Aproveito e faço um adendo sobre o artista, porque as pedras se encontram quando ao menos a gente espera. Aos 16 anos, conheci o Raphael de forma bem impactante na escola. Eu havia saído de um colégio de pessoas caretas e de repente estava numa nova, dessituada no primeiro dia de aula quando vi passar um rapaz de cabelos espetados para o céu, os olhos pintados tipo o Jerry Only do Misfits e todo vestido de preto, quase um post-punk em pleno verão carioca, rs. Não lembro de como fomos apresentados, mas não chegaríamos a nos tornar amigos. Porém, nesse pouco tempo pude conhecer seu lado artístico, me recordo dele falando que havia desenhado a parede inteira do quarto com suas ideias. Uma vez o acompanhei até o ponto de ônibus e durante o trajeto, reparei que certos olhares lhe ofereciam perigo caso estivesse andando à noite e sozinho. Isso era uma constante em sua vida. Quando citamos o preconceito ao diferente, não é da boca para fora. Quem quebra os padrões sofre retaliações verbais e físicas.
É uma pena que muitos alternativos iguais ao Tuba (como era conhecido), achasse que ele era o ser atroz, mas a verdade é que o mal está nessa sociedade que não consegue assumir suas falhas e jogam naqueles de maior sensibilidade os seus defeitos. Nunca mais o vi e só há pouco soube do seu falecimento, um susto. Na rápida passagem que teve, deixou uma obra que hoje temos a felicidade (e a coincidência, será?) de compartilhar com vocês, leitores! - Lauren
Aproveito e faço um adendo sobre o artista, porque as pedras se encontram quando ao menos a gente espera. Aos 16 anos, conheci o Raphael de forma bem impactante na escola. Eu havia saído de um colégio de pessoas caretas e de repente estava numa nova, dessituada no primeiro dia de aula quando vi passar um rapaz de cabelos espetados para o céu, os olhos pintados tipo o Jerry Only do Misfits e todo vestido de preto, quase um post-punk em pleno verão carioca, rs. Não lembro de como fomos apresentados, mas não chegaríamos a nos tornar amigos. Porém, nesse pouco tempo pude conhecer seu lado artístico, me recordo dele falando que havia desenhado a parede inteira do quarto com suas ideias. Uma vez o acompanhei até o ponto de ônibus e durante o trajeto, reparei que certos olhares lhe ofereciam perigo caso estivesse andando à noite e sozinho. Isso era uma constante em sua vida. Quando citamos o preconceito ao diferente, não é da boca para fora. Quem quebra os padrões sofre retaliações verbais e físicas.
É uma pena que muitos alternativos iguais ao Tuba (como era conhecido), achasse que ele era o ser atroz, mas a verdade é que o mal está nessa sociedade que não consegue assumir suas falhas e jogam naqueles de maior sensibilidade os seus defeitos. Nunca mais o vi e só há pouco soube do seu falecimento, um susto. Na rápida passagem que teve, deixou uma obra que hoje temos a felicidade (e a coincidência, será?) de compartilhar com vocês, leitores! - Lauren
“Das ruas para a sua parede - adote um viralata”.
Print Gatonauta: Artista: Raphael Hora |
* Obra "Coruja"
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